AVISOS

  • Become an evaluator of EU research projects

    Call for experts The European Research Executive Agency (REA) invites experts from a wide range of fields to register in the European Commission’s experts database. From this database, candidates will be selected with the most suitable profile for the following activities: - Evaluating project proposals applying for funding under Horizon Europe, the Promotion of Agricultural Products programme and the Research Fund for Coal and Steel- Monitoring the implementation of funded projects. Thematic expertise - Food and agriculture  - Soil - Environment and bio-economy  - Culture and creativity  - Democracy and society  If you’re ready to be a part of the journey from idea to action, register or update your profile today in the European Commission’s experts’ database!

  • Bolsas PhD no âmbito das Agendas PRR da UA

    Estão abertas as candidaturas para 29 bolsas de investigação em diferentes áreas científicas, na Universidade de Aveiro (UA). Os principais destinatários são alunos inscritos em programas doutorais. Estes concursos são realizados ao abrigo de projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) – 'Agendas Mobilizadoras e Agendas Verdes para a Inovação Empresarial'. Os concursos em fase de receção de candidatura são, na sua maioria, destinados a estudantes inscritos em programas doutorais (ou que venham a inscrever-se antes do início da bolsa) em diferentes áreas científicas. VER AQUI


NOTíCIAS

  • Investigadora CESAM aborda a mortalidade de bivalves no Semanário SOL

    A nossa investigadora Rosa Freitas (CESAM/DBIO) aborda, na última edição Semanário Sol, a mortalidade de Bivalves na Ria Formosa “(…) a monitorização de toxinas marinhas em moluscos bivalves é necessária (…) ‘Naturalmente que bivalves com toxinas irão ter necessidade de desenvolver estratégias de defesa com gasto, por exemplo, de energias de reserva que não são assim alocadas para outros processos como crescimento ou reprodução’ (…)”  Edição digital (só para assinantes) aqui   

  • Projeto COASTAL visa desenvolver sensores para deteção de toxinas paralisantes em crustáceos e moluscos

    O principal objetivo do projeto de investigação COASTAL, está refletido no seu próprio nome:  desenvolvimento de sensores microfluídicos para deteção rápida de toxinas marinhas em aquacultura sustentável. O objetivo é aparentemente simples, mas desafiante e com uma forte relevância societal e económica. O projeto é financiado pelas ‘Bolsas EEA – Programa Crescimento azul’, operado pela DGPM (Direção Geral das Políticas do Mar) e tem como entidade proponente a Universidade de Aveiro (UA). Para conhecer mais sobre este projeto fomos conversar com a investigadora responsável, Alisa Rudnitskaya (CESAM/DQUA).   O que procuram, em concreto, alcançar com este projeto? O nosso objetivo final é desenvolver um sistema microfluídico, que pode ser usado em regime automático, para deteção rápida de toxinas marinhas em moluscos bivalves, em particular, de toxinas paralisantes. Estas toxinas têm de ser monitorizadas porque são perigosas para a saúde humana e se estiverem presentes em concentrações altas nos moluscos bivalves podem provocar paralisia e outras complicações graves nos seres humanos. De modo muito simplificado, estas toxinas são produzidas por algumas espécies de microalgas, e acumulam-se nos bivalves porque estes se alimentam destas microalgas filtrando a água. Existem várias espécies de microalgas que produzem estas toxinas paralisantes (que não é uma só toxina, mas um grupo grande de toxinas), e cada espécie de microalga produz um conjunto específico de toxinas, o que chamamos o perfil de toxinas. E o que é um sistema microfluídico? Nós já trabalhamos há muito no desenvolvimento de sensores (biológicos e químicos), e agora a ideia é implementar estes sensores num sistema microfluídico. O que permite este sistema? Permite automatizar toda a análise, ou seja, a estabilização do sensor, medições, limpezas do sensor … todos os passos necessários para a análise poderão assim ser automatizados. E qual a sua aplicação prática? Nas empresas de aquacultura, por exemplo, que precisam de analisar e ter um controlo muito preciso sobre os níveis de toxinas nos seus produtos. Porque caso os níveis de toxinas excedam, mesmo que ligeiramente (e sem perigo para a saúde humana), os níveis regulamentados por lei arriscam-se a ter de descartar todo o seu produto por ser considerado impróprio para consumo humano. Ou caso pretendam, por exemplo, vender os bivalves para outros países, que podem ter diferentes quadros legais e regulamentares. A monitorização das toxinas em Portugal é realizada pelo IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera) para controlo oficial de alimentos, mas obviamente é-lhes impossível analisar em todos os momentos, todos os locais onde existe produção (aquacultura) ou apanha (artesanal) de bivalves. Para esta monitorização existem pontos de colheita definidos e uma periodicidade obrigatória semanal. Na verdade, 99% das amostras que o IPMA recolhe são amostras negativas, ou seja, que não representam problemas para a saúde humana…, mas se existisse um método de análise que permitisse analisar mais rapidamente que o método que utilizam atualmente, isso facilitava bastante e diminuía muito a carga de trabalho. Que é o vosso objetivo… Sim. Atualmente já existem kits comerciais para deteção rápida destas toxinas, só que eles não são adequados às toxinas que têm ocorrido aqui em Portugal. Como disse antes, cada espécie de microalgas produz um perfil de toxinas específico. E a nível mundial, as espécies mais comuns são Alexandrium spp. que produzem o perfil de toxinas que esses kits conseguem detetar. Mas em Portugal, e não só (Espanha, México, Chile, Nova Zelândia, Japão, p.ex.), existe uma espécie diferente de microalga que produz toxinas paralisantes e que não são detetadas por esses kits. O que faz com que estes sejam desadequados para uso no nosso país. E no final do ano passado, já realizaram um seminário com todos os parceiros do projeto, correto? Sim, no passado dia 7 de dezembro fizemos o Webinar “Avanços na deteção de toxinas marinhas utilizando sensores”, onde tivemos a participação de mais de 80 participantes de 10 países diferentes. O que pretendíamos era dar conhecimento sobre a existência do projeto e discutir o conhecimento já existente dos parceiros e os desafios que enfrentamos nesta área. O seminário foi presidido pela Dra. Teresa Gomes (UA) e, além de apresentações de vários especialistas internacionais nesta área, tivemos também a presença da Dra. Sandra Silva da DGPM, que apresentou o financiador do projeto (EEA Grants). Quais os próximos passos? O desafio agora é executar o projeto e apresentar resultados concretos. Esperamos em fevereiro, março já termos o primeiro protótipo para testar e no início do próximo ano, contamos organizar outro seminário onde apresentaremos os resultados finais deste projeto.  Entidades Parceiras do projeto: o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA, I.P.), o SINTEF MinaLab e a Universidade Norueguesa de Ciências Ambientais e Biológicas (NMBU) Créditos foto: EEA Grants – Portugal, Programa Crescimento Azul

  • Investigador do CESAM na “Reportagem SIC” do Primeiro Jornal

    O nosso investigador, José Alves, aborda no Primeiro Jornal da SIC, o crescimento da população de Flamingos na Ria de Aveiro. Pode ver a reportagem da SIC aqui.Pode ainda (re)ler a rúbrica "Pergunte a um cientista do CESAM" aqui, onde José Alves aborda esta mesma temática

  • Universidade de Aveiro acolhe evento de voluntariado “Let’s Plant Together”

    O projeto internacional, Life Terra, procura reunir pessoas com o objetivo de plantar 500 milhões de árvores na Europa, permitindo assim que os cidadãos individuais tomem medidas contra a crise climática.A Universidade de Aveiro acolhe a 10ª reunião do Comité da Direção deste projeto e convida toda a comunidade a participar neste evento que ocorre nos dias 16 e 17 de janeiro. As inscrições terminam dia 13 de janeiro. Mais de 40 pessoas, originárias de 8 países diferentes, vão discutir no campus da Universidade de Aveiro, os progressos e o futuro deste importante projeto.O projeto Life Terra baseia-se na ideia de que a plantação de árvores é considerada a solução baseada na natureza mais económica para capturar carbono. Como parte de uma estratégia multifacetada de mitigação, a plantação de árvores pode desempenhar um papel importante na luta contra as mudanças climáticas e a devastação que elas causam (ondas de calor, seca, perda de florestas, desertificação, erosão, inundações).Inês Domingues, facilitadora do evento e investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) e do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, salienta que: “este evento é uma oportunidade para envolver ainda mais a comunidade académica na temática da reflorestação e restauro ecológico, salientando a importância da plantação de árvores como uma ferramenta ao alcance de todos para a mitigação das alterações climáticas”. Para mais informações sobre o projeto pode consultar aqui. Atividades associadas ao evento Workshop “Calculating our carbon footprint”,Dia 16 de janeiro entre as 14:00 h e as 16:00 h, no Auditório José Grácio (22.3.1), com Chrystal Moore, Samuel Allasia e Santi Sabaté da Universidade de Barcelona.Neste workshop vamos rever os fundamentos e as assunções que as diferentes plataformas utilizam para calcular a nossa pegada ecológica, incluindo uma plataforma proposta pelos autores. Vamos ainda produzir e comparar os diferentes cálculos de pegadas ecológicas.O registo está limitado à capacidade do auditório. Ação de plantação de árvores “Campus UA”.Dia 16 de Janeiro entre as 16:00 h e as 16:30 h.Evento simbólico de plantação de árvores no campus da UA. As árvores que plantarmos vão constituir uma espécie de promessa de futuras ações juntas Ação de plantação de árvores “Life Terra Woods”Dia 17 de janeiro, entre as 10:30h e as 14:00h.Precisamos de voluntários para plantar o Bosque Life Terra em Aveiro. Sairemos do campus para Nariz (perto de Aveiro) pelas 10:30 h. Depois, plantaremos o bosque todos juntos, seguindo-se um almoço de campo. O registo está limitado à capacidade de transporte. Para inscrição no evento pode aceder aqui. Para outras informações: inesd@ua.pt 

Financiamento do CESAM: UIDP/50017/2020 + UIDB/50017/2020 + LA/P/0094/2020