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Lisa Sousa, investigadora do CESAM, em destaque no Caderno produzido pelo Açoriano Oriental sobre a Conferência Internacional “Governança dos Oceanos em Regiões Arquipelágicas”

Lisa Sousa, investigadora do CESAM, em destaque no Caderno produzido pelo Açoriano Oriental sobre a Conferência Internacional “Governança dos Oceanos em Regiões Arquipelágicas”

Lisa Sousa, investigadora do CESAM e do grupo COPING do Departamento de Ambiente e Ordenamento, em destaque no Caderno produzido pelo Açoriano Oriental sobre a Conferência Internacional “Governança dos Oceanos em Regiões Arquipelágicas”, que decorreu no Faial em outubro.

A Conferência reuniu mais de 80 convidados e 195 participantes de vários países do mundo para partilhar conhecimento e debater os desafios da gestão e governança do mar. Discutiram-se temas como a monitorização e avaliação dos recursos marinhos, literacia para os oceanos, socioeconomia das pescas, ordenamento do espaço marítimo e áreas marinhas protegidas.

A investigadora foi convidada a apresentar os resultados da Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo. Este trabalho foi coordenado pela Professora Doutora Fátima Lopes Alves e Doutora Lisa Sousa, no âmbito do contrato celebrado com a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

A AAE foi realizada, em paralelo com o Plano de Situação, pela Universidade de Aveiro e em estreita ligação com as equipas da administração responsáveis pela elaboração do Plano no Continente (DGRM), Madeira (DROTA - Direção Regional do Ordenamento do Território e Ambiente) e Açores (DRAM - Direção Regional dos Assuntos do Mar). Teve como objetivo identificar, descrever e avaliar os eventuais efeitos significativos no ambiente, resultantes das opções estratégicas de desenvolvimento propostas pelo Plano de Situação, tendo sido garantida uma abordagem de natureza estratégica consonante com um processo de AAE.

O acompanhamento contínuo, interativo e sistemático do Plano de Situação permitiu potenciar os efeitos positivos decorrentes da sua implementação, bem como minimizar os efeitos negativos, nomeadamente através da identificação de medidas de minimização desses efeitos, integradas nas boas práticas constantes do Plano de Situação, para cada uso/atividade, e estabelecer diretrizes de monitorização, integradas na respetiva monitorização do plano.

Link para o Caderno do Açoriano Oriental: https://www.acorianooriental.pt/files/multimedia/docs/249.pdf

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